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Cloud computing — Uma visão geral sobre os caminhos da computação em nuvem!

Cloud computing, ou computação em nuvem, em sua tradução mais comumente utilizada no mercado brasileiro, vem encabeçando a lista de soluções tecnológicas dignas de investimentos. Mas o que, afinal, significam esses termos? E por que isso acontece, exatamente?

No contexto da computação, quando se fala em nuvem, faz-se referência ao armazenamento de dados que podem ser acessados remotamente. Não há necessidade de instalação de programas, pois o acesso se dá sempre pela Internet — vem daí o uso do termo “nuvem”. A utilização da cloud garante acessibilidade de equipes externas e de gestão estratégica de TI, redução de custos e otimização de processos de atualização de ferramentas, entre outros itens.

Neste post abordamos esse panorama, e explicaremos como as empresas estão lidando com a gestão de suas ferramentas e dados. Também apontaremos como tudo isso afeta as relações internas e a relação com seus clientes. Acompanhe!

Histórico da computação em nuvem

Antigamente, sistemas eram instalados e armazenados exclusivamente on premise, ou seja, em seus próprios equipamentos e infraestrutura. Isso permitia o livre acesso de quem estava integrado à rede, sem a necessidade da conexão pela internet.

Em contrapartida, eram oneradas as finanças da empresa, que tinha seu crescimento impedido por manter seus sistemas gerenciais mais importantes em equipamentos e processadores obsoletos.

No cloud computing, o armazenamento é realizado na nuvem e acessado por meio da internet. Essa última característica poderia ser uma barreira para os processos no passado, quando a conectividade ainda não era constante, mas não tanto hoje.

De fato, ainda existe capacidade e demanda para uma evolução em termos de velocidade, mas com o cenário atual é possível gozar das vantagens da computação em nuvem, sua distribuição e atualização de dados em tempo real com sucesso.

A grande questão é que, além de haver esses benefícios, a organização também é agraciada com diversos efeitos colaterais impossíveis de serem quantificados, mas, obviamente, indispensáveis para seu crescimento sustentável nos tempos atuais.

Tipologia do cloud computing

Iniciemos por algumas tipologias importantes de serem compreendidas. Elas podem nomear ou classificar empresas, suas ferramentas e mercado de atuação.

Software as a Service (SaaS)

Talvez a SaaS seja a mais conhecida de todas as tipologias. Ela nomeia os softwares como serviços, ou seja, ferramentas tecnológicas oferecidas como serviços e não produtos. Assim, suas facilidades e módulos são disponibilizados amplamente para a utilização do cliente, mas ele os paga por meio de licenças de uso, tempo ou volume de acessos, por exemplo.

Nesse modelo, o usuário não precisa adquirir licenças de sistemas operacionais, fazer instalações em seu servidor, comprar equipamentos específicos para que eles funcionem e tampouco atualizá-los quando houver novidades em termos de versão. Tudo isso faz parte do pacote de serviços SaaS.

É paga uma assinatura ou licença, com quantidade de usuários, volume de dados ou qualquer outra métrica para avaliar o porte de uso, e tudo o que envolve a boa utilização do software fica a cargo da empresa prestadora do serviço.

A grande vantagem do SaaS é que empresas não precisam arcar com compra de softwares que serão subutilizados ou que demandarão equipe especializada para sua gestão e altos investimentos, por terem bases independentes.

Um bom exemplo para isso são os sistemas conciliação de cartão de crédito. Armazenados na nuvem, garantem escalabilidade de uso, em que qualquer usuário regularmente habilitado pela empresa, em qualquer ponto do globo, pode ter acesso. Também torna o armazenamento de dados centralizado e prático, garantindo que auditorias sejam realizadas em muito menos tempo, assim como proporciona uma considerável redução de custos, pois infraestruturas e licenças de mais de um software serão dispensáveis.

A segurança, elemento crucial na Era dos Dados, também é beneficiada com a utilização do cloud computing. Como essa é a atividade principal das SaaS, seus mecanismos de segurança serão os mais potentes do mercado, o que nem sempre acontece quando tal investimento é realizado internamente, em uma empresa que atue em um ramo totalmente distinto ao de tecnologia.

Platform as a Service (PaaS)

Iniciando as variações da computação em nuvem de acordo com suas especificidades, temos as PaaS, plataformas para desenvolvimento armazenadas e utilizadas na nuvem. São particularmente úteis para empresas que desenvolvem aplicativos móveis ou Web e demandam agilidade no processamento.

Podem estar inclusos em seu serviço o sistema operacional para desenvolvimento, linguagens de programação, ambientes de desenvolvimento distintos, além de auxílio ao processo de implementação.

Configuração e gerenciamento de toda a infraestrutura envolvida como rede e banco de dados também podem integrar os serviços oferecidos pela fornecedora especializada.

Infrastructure as a Service (IaaS)

Esse outsourcing de TI contempla as estruturas de hardware utilizadas in loco, como computadores e seus respectivos recursos e sistemas operacionais de maior porte. Podem ser incluídos em sua lista os roteadores, sistemas de armazenamento e processamento, servidores e outros.

Empresas com operações temporárias em determinados locais, por exemplo, podem se beneficiar desse modelo de serviço, pois a aquisição dos equipamentos e posterior venda podem reduzir os ganhos de seus projetos, assim como transportá-los pode elevar o custo de suas operações e aumentar o risco de estragos.

Testing as a Service (TaaS)

Ambientes de teste para que aplicações possam ser avaliadas remotamente, simulando, assim, como elas serão utilizadas de fato por seus clientes finais. Um jogo online, por exemplo, pode ter seu desempenho de configurações e layout testados em tal ambiente, assim como a interação entre dois ou mais jogadores.

É um modelo de serviço em cloud que pode ser oferecido em conjunto com outros, particularmente o PaaS.

Communications as a Service (CaaS)

Continuando a linha dos modelos específicos para cada tipo de negócio, o CaaS é especialista no fornecimento de tecnologias de comunicação.

Telefonia VoIP, videoconferências e outras ferramentas de comunicação que são comumente utilizadas por alguns nichos de mercado podem receber investimento em soluções CaaS para obter as ferramentas mais inovadoras, por um preço mensal consideravelmente menor em relação à opção de manter seus próprios recursos atualizados.

O CaaS, inclusive, ilustra bem o diferencial do cloud computing quando o assunto são as constantes inovações em TI.

Uma empresa não investe regularmente em tais ferramentas se elas não forem diretamente ligadas em seu core business. Uma companhia aérea, por exemplo, precisa ter um call center para atender seus passageiros. Porém, seus recursos, primeiramente e em maior proporção, serão investidos em tripulação, aeronaves e elementos diretamente ligados à operação da sua atividade fim.

Enterprise as a Service (EaaS)

Esse é um modelo de cloud computing que incorpora software, infraestrutura e plataformas, com um adicional de gestão e governança de tais elementos.

Database as a Service (DBaaS ou DaaS)

Outra modalidade de cloud computing que assegura aos usuários o acesso à database sem a necessidade de hardware próprio e instalação de softwares.

Essa administração e armazenamento de dados, inclusive, é considerada um benefício do outsourcing de TI, e pode ter configurações personalizadas do tipo de intervenção administrativa da empresa DBaaS.

É preciso lembrar que o volume de dados produzidos atualmente pelas empresas é enorme. Além de sua constante utilização em seus processos, os dados também são fundamentais para ferramentas como o Business Intelligence (BI), que analisam diversas fontes para identificar tendências e novas estratégias para o negócio.

A forma como os dados serão armazenadas também atua como um complicador. Enquanto algumas dessas formas são apenas registros, outras, como gravações de chamadas de um call center, podem ser acionadas com mais freqüência, e por isso precisam de um tratamento diferenciado.

Security as a Service (SECaaS)

Serviço na nuvem para controle e gerenciamento da segurança de dados é outra vertente que tem ganhado muita força — e isso não é em vão.

É um campo significativo no mercado de TI, pois propõe o controle preventivo de ataques cibernéticos, manutenção de sistemas antivírus e ainda redução de custos, pois a gestão com alto nível de qualidade realizada na segurança de dados representa um custo considerável para as finanças.

Serviços de Cloud

Existem muitos serviços gerenciados em cloud utilizados na rotina das empresas, e até mesmo das pessoas, de maneira geral.

O Google Apps, por exemplo, oferece um pacote de serviços armazenados na nuvem a que os usuários inscritos têm acesso, por meio do qual podem fazer compartilhamentos e, principalmente, pode ser acessado de qualquer dispositivo conectado à internet.

Assim, além do tradicional email, armazenamento sincronizado de fotos integrados com os aparelhos celulares, compartilhamento de documentos e planilhas são alguns dos principais serviços em cloud que já fazem parte do cotidiano das empresas e usuários domésticos.

O compartilhamento e permissão de alteração de dados, por exemplo, permite que dois ou mais profissionais interajam em um mesmo projeto, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância uns dos outros. Algumas dessas soluções são gratuitas, mas as mais avançadas são cobradas por pacote e número de usuários.

Outro serviço, nesse caso de armazenamento de dados, também muito conhecido é o S3 da Amazon. Como um dos maiores comércios eletrônicos globais, a empresa precisava de uma infraestrutura com larga folga para variações de seus processamentos e utilização.

Assim, pelo know-how de administração de uma infraestrutura tão grande e considerando as ociosidades ou baixo aproveitamento de tais tecnologias, a S3 começou a oferecer soluções de armazenamento e serviços em cloud.

Servidor Cloud

O servidor cloud é crucial para que o caminho da computação em nuvem esteja tão avançado, pois essencialmente, ele é um de seus pilares. Primeiramente é preciso considerar sua função. É em um servidor que sites, sistemas de emails e outras aplicações são suportados.

Como se trata de aplicações que podem ter demandas variáveis, é preciso que o servidor sempre seja gerenciado com uma margem de segurança de disponibilidade.

Acontece que o custo de um servidor para uma empresa não é barato e, salvo aquelas que contam com uma equipe especializada na gestão interna, muitas acabam saturando seus equipamentos para depois se preocuparem com os impactos.

Além da sua administração básica, como são itens de grande valor para aquisição, seus processos de cotação e compra são demorados, dependem da autorização de diversos responsáveis, tornando assim sua gestão interna cada vez mais inviável, o que faz com que o servidor cloud seja uma peça-chave para o sucesso do negócio.

Outra parte importante é que, no caso de sua atuação na nuvem, não apenas um, mas vários servidores conectados em diferentes partes do mundo podem servir um mesmo cliente.

Obviamente cada um deles tem rigorosos sistemas de segurança e sistemas emergenciais para casos de ataques cibernéticos ou falta de energia, mas, por estarem conectados, garantem ao cliente final que seus serviços estejam sempre ativos, ou seja, garantem estabilidade.

Voltando ao cenário da empresa que gerencia seu próprio servidor, em uma queda de energia, seus serviços poderiam ser interrompidos, ou ainda pior, a hipótese de uma avaria no equipamento sem possibilidades de reparo traria um prejuízo sem precedentes, pois, além do valor investido, sua ausência traria impactos sérios ao negócio como um todo.

Existe uma linha atual que ganha força entre organizações mais modernas. O serverless vai além do investimento em cloud computing e sua contratação por assinatura: ele prega que somente quando houver um evento que demande sua utilização o serviço será adquirido.

Mas seja qual for o modelo de cloud computing mais apropriado para a empresa, sua adoção deve levar em conta um processo bem elaborado que contemple:

  • levantamento de necessidades: quais são as demandas da empresa, do que ela precisa atualmente e quais são seus planejamentos de curto e médio prazo que podem influenciar na demanda pelos serviços gerenciados na nuvem;
  • planejamento: um projeto detalhado e parametrizado para que todas as etapas sejam acompanhadas, sendo apontado que estão dentro das expectativas;
  • implementação e suporte contínuo: etapa da inserção dos sistemas na nuvem, bem como seu acompanhamento regular, sensibilizando usuários e eliminando dúvidas ou erro de acesso;
  • gestão do sucesso: consultoria contínua sobre a eficiência do sistema transportado para a nuvem e sugestões de otimização para seu uso.

O fato de transportar dados e sistemas para um parceiro especialista em suas tecnologias não tira da empresa suas responsabilidades para o bom gerenciamento. Por isso, é crucial que ela assegure um processo de migração tranqüilo, bem como uma administração da prestação de serviço incisiva.

Formas de utilização na empresa

Citamos alguns serviços cloud que são comumente utilizados, mas podemos destacar outros três que estão mais presentes no mundo corporativo. São eles:

Hospedagem de sites em Cloud

Os serviços tradicionais de hospedagem contemplam os servidores compartilhados, virtuais privados (Virtual Private Server — VPS) e dedicados. Eles, porém, têm limitações físicas para o processamento das informações do site, o que pode, por exemplo, tornar a navegação mais lenta ou falha no carregamento de dados.

Na modalidade cloud computing, servidores podem trabalhar em conjunto sendo gerenciados por um software específico (Cluster), como uma grande rede que se complementa para promover alta performance (Grid), ou em rede CDN, na qual os dados são armazenados em múltiplos servidores que são acionados conforme sua distância do internauta que acessa o site.

Isso torna o serviço mais escalável, já que podem corresponder com folga às variações de procura disponível, pois um servidor substitui o outro em caso de imprevistos e velocidade de processamento.

Load Balancer em Cloud

O load balancer funciona como um gerenciador de servidores. Na indisponibilidade de um, as demandas são redistribuídas aos demais. No cloud, sua utilização reduz o excesso de carga em um só servidor e, por conseqüência, melhora a experiência dos usuários e clientes visitantes do site da empresa.

Email em Cloud

O primeiro ponto a se considerar é que emails corporativos contêm informações estratégicas, e que por isso precisam de um nível de segurança elevado. O gerenciamento em cloud oferece isso por meio da centralização de antivírus e antispam em suas matrizes de datacenter.

Além disso, permitem um alto volume de processamento e alta performance, que mesmo para uma empresa de menor porte é fundamental para a saúde dos negócios.

Características da computação em nuvem

Os modelos de nuvem também são conceitos importantes para uma visão geral do cloud computing. Como sua própria figura de imagem permite deduzir, os dados podem ser arquivados acima de seus hardwares e infraestrutura de diversas formas, inclusive compartilhando o mesmo ambiente com registros de outras empresas. Vejamos.

Nuvem privada

Como é possível deduzir, são nuvens de uso exclusivo de uma única empresa. Assim, elas pagam diferenciadamente por tal característica, sendo que seus dados serão os únicos geridos no espaço.

É possível que a nuvem privada seja instalada no próprio datacenter da empresa ou que ela terceirize esse armazenamento. Assim, ela oferece acessibilidade aos seus funcionários em qualquer uma de suas filiais pelo mesmo canal, que não será compartilhado com nenhuma outra organização. Ou seja, uma rede completamente privada.

Nuvem pública

A nuvem pública, na verdade, tem um dono. Normalmente um provedor de serviços em nuvem disponibiliza espaço para armazenamento, servidores e até mesmo seus recursos computacionais.

Tais elementos serão acessados por um navegador da Web de forma pública, enquanto a responsabilidade da infraestrutura de apoio é gerenciada pelo provedor de serviço.

Nesse caso, se uma empresa utilizar uma nuvem pública para o armazenamento e processamento de seus dados, eles estarão juntos com outros milhares, o que não significa que sua privacidade será prejudicada.

Nuvem híbrida

A terceira categoria de nuvem, a híbrida, combina as duas primeiras. Assim, dados e aplicativos instalados nas nuvens podem ser movidos de uma para outra, dando flexibilidade, opções de implantação e ampliação de capacidade de armazenamento.

Vantagens e benefícios da computação em nuvem

Os tipos de nuvem e as modalidades de serviços de cloud demonstram que essa tecnologia é perfeitamente adaptável às necessidades do mercado e constantemente evoluirá para acompanhá-lo.

Por isso, muitas estão investindo no cloud computing e se desfazendo de suas infraestruturas. O número de vantagens e benefícios, porém, não fica apenas em sua constante inovação, a lista é considerável. Entre eles podemos citar:

1. Velocidade de processamento

Como mencionado sobre a demanda da Amazon, existem eventos e períodos em que um aumento da capacidade é requerido. Se para ela o investimento em servidores e processadores era justificável, para muitas empresas isso pode significar um alto custo que inviabiliza o negócio.

Ao contratar computação em nuvem, o serviço é sob demanda, ou seja, a capacidade flexível é uma responsabilidade da empresa que presta o serviço, cabendo apenas a cobrança por tal vantagem.

Em alguns casos, tal aumento é previsto, como nas campanhas de natal para e-commerces de grandes lojas, por exemplo. Outros são impossíveis de prever. Seja qual for a situação, normalmente é o usuário que determina, com uma solução de autosserviço, quando e quanto será aumentada sua capacidade de processamento na cloud computing.

2. Custo-benefício

Ao fazer um comparativo entre os valores investidos para manter internamente uma infraestrutura moderna e a utilização de tais serviços na nuvem, fica claro que o custo-benefício da segunda é muito mais vantajoso.

Pesando contra a infraestrutura própria, estão os custos dos equipamentos e suas constantes atualizações, gastos energéticos, espaço físico, equipe especializada, entre outros itens.

3. Escalabilidade

Além da elasticidade de sua capacidade, o cloud computing também permite que sua acessibilidade seja utilizada como uma vantagem estratégica para a organização.

Instalação de novas dependências e filiais de uma empresa não precisam de processos complexos e onerosos, basta fazer a conexão local via internet e acessar a nuvem de dados.

Vendedores e equipes externas de diversos segmentos podem otimizar suas ações, pois de qualquer local de trabalho podem acessar todo o conjunto de ferramentas tecnológicas que antigamente ficava disponível apenas em suas bases de operação.

4. Desempenho

Por essas serem as atividades fim das fornecedoras de soluções em nuvem como serviços, as tecnologias empregadas são sempre as melhores disponíveis em mercado, bem como sua capacidade de processamento.

Além dos hardwares envolvidos na prestação do serviço, os softwares também estão sempre em constante atualização, para garantirem o melhor desempenho para as contratantes.

5. Confiança e segurança

Além de excelentes estratégias para a segurança dos dados, os serviços de cloud computing ainda reduzem os custos sem perder a qualidade do backup de informações.

Por trabalharem com dois ou mais servidores, também garantem a redundância de dados, permitindo assim que os dados não se percam e continuem a ser utilizados mesmo se houver a indisponibilidade, outra vantagem do outsourcing de equipamentos de TI.

Atualidade do Cloud Computing

Além da tendência serverless mencionada anteriormente, o que se observa na atualidade é que o cloud computing é apontado como um elemento crucial da evolução do mundo corporativo e doméstico.

Da mesma forma com que dados são elementos estratégicos para as organizações, se perdidos pelo armazenamento incorreto, ou pior, mal analisados e gerenciados, podem produzir efeitos devastadores.

Então, o Cloud Computing continuará sendo aprimorado e desenvolvido para construir ambientes virtuais mais organizados e controlados, dando possibilidades para que outras tecnologias como a inteligência virtual também progridam.

Cloud Computing no Brasil

Acompanhando as tendências mundiais, o cloud computing no Brasil será utilizado cada vez mais para a organização estratégica dos dados, redução de custos e inovação de seus processos.

Isso será particularmente importante, pois a globalização também coloca todos os mercados conectados, ou seja, a competição entre concorrentes não é mais classificada como interna e externa, mas como global.

Assim como o cloud, outras estratégias que otimizam os processos internos também têm impacto direto na imagem da empresa com seus clientes, como a opção por produtos de preço reduzido e alta qualidade; estratégias que tenham apelo sustentável também são atraentes, como o uso de cartuchos de impressora e demais consumíveis.

O cloud computing deve ser inserido na estratégia da empresa considerando também sua influência na imagem e a experiência proporcionada ao cliente final; afinal de contas, a computação em nuvem permite que processos sejam otimizados e serviços inovadores sejam criados.

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